sábado, 14 de abril de 2012

FÔRMAS

Qual a área total de fôrmas de madeira para um pilar com seção 20cmx40cmx2,50m de altura? E qual o seu volume?
E a área de fôrmas e o volume de uma viga de 40 cm x 15 cm x 34,40m?
A área total de fôrmas do pilar é igual à soma das áreas de suas faces.


O cálculo é o seguinte (não esqueça de uniformizar as unidades de medida):
Área de fôrmas do pilar = Área face 1 + Área face 2 + Área face 3 + Área face 4
Área de fôrmas do pilar = (0,20m x 2,5m) + (0,2m x 2,5m) + (0,4m x 2,5m) + (0,4m x 2,5m)
Área de fôrmas do pilar = 3m²
Volume do pilar = 0,20m x 0,40m x 2,50m
Volume do pilar = 0,2m³, aproximadamente
 A área total de fôrmas da viga é igual à soma de três de suas faces.
O cálculo, então, é:
Área de fôrmas da viga = (0,40m + 0,40m + 0,15m) x 34,40m
Área de fôrmas da viga = 32,68m²
Volume da viga = 0,40m x 0,15m x 34,40m
Volume da viga = 2,064m³

Fonte Revista equipe de obra
www.equipedeobra.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

APLICAÇÃO DE DESMOLDANTE

Os desmoldantes são aplicados sobre as fôrmas antes da concretagem para que o concreto não grude na fôrma. O uso correto desses produtos pode ajudar a garantir economia e produtividade ao canteiro. Os desmoldantes formam uma película entre as fôrmas e o concreto, impedindo a aderência entre eles, o que facilita a desmoldagem, reduz o trabalho de limpeza das peças e eleva a taxa de reaproveitamento das fôrmas.

A composição do desmoldante, bem como o seu rendimento, vai depender do tipo e da qualidade dos moldes a serem utilizados. Peças de compensado plastificado, por exemplo, podem receber desmoldantes mais diluídos que as fôrmas metálicas. A regra é a seguinte: quanto mais impermeável for o molde, menor será a quantidade necessária de desmoldante.

No caso das fôrmas de madeira, os desmoldantes emulsionados, mistura­dos à água, estão entre os mais indicados. A aplicação é simples, mas é importante que as recomendações do fabricante sejam seguidas à risca. Afinal, se não forem utilizados corretamente, esses produtos podem formar película que dificulta a hidratação do concreto e compromete a ade­rência de revestimentos. Portanto, não descuide!

Antes de aplicar o desmoldante, as fôrmas devem ser bem limpas com água, se possível com vassoura.
Deve ser feita a lavagem com jato de alta pressão.
                                               Em seguida faça a inspeção visual das fôrmas.
Peças deterioradas exigem aplicação de desmoldante mais concentrado
            Abra a embalagem do desmoldante e realize a homogeneização do produto com a ajuda de uma ripa de
                                                                                 madeira.
                               Após ler as instruções do fabricante, dilua o desmoldante em água limpa.
                                         Uma vez preparada, a mistura poderá ser usada por até sete dias.
                                      Aplique o desmoldante em única demão por toda a superfície da fôrma.
                                                    Faça isso com broxa, escovão ou rolo de pintura.
                                                             Espere o tempo de secagem determinado pelo fabricante.
                                              Normalmente esse intervalo é de pelo menos duas horas.
                                           Após a secagem, já é possível iniciar a concretagem.

ATENÇÃO
diluição do desmoldante varia de acordo com o tipo e a qualidade da fôrma. Por exemplo, fôrmas de madeira bruta exigem desmoldante mais concentrado que fôrmas de compensado.
É importante evitar que as fôrmas sejam untadas com muita antecedência à concretagem para evitar a aderência de poeira.
Para cada tipo de fôrma há um tipo de desmoldante indicado. Por isso, fique de olho nas orientações da embalagem dos produtos.
O mesmo vale em relação aos concretos. Para aqueles que serão revestidos, a composição do desmoldante deve ser diferente da empregada em fôrmas para concretos que serão mantidos aparentes.
A utilização de desmoldantes é indicada pelas normas técnicas NBR 15696: 2009 - Fôrmas e Escoramentos para Estruturas de Concreto, e NBR 14931:2004 - Execução de Estruturas de Concreto.
Fonte: Revista Equipe de Obra.
                  

sexta-feira, 4 de março de 2011

PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA

Para a proteção contra quedas de altura, utilizam-se plataformas em todo o perímetro da construção.

Esse sistema de plataformas (ou bandejas) é regido pela NR 18, devendo ser construído em canteiros com mais de 4 pavimentos (ou altura equivalente).


 São compostas de 03 níveis:

Primário (Principal), compensado 1,22x2,44x15 ou 18m
Deve ser instalado na altura da primeira laje.

Secundario, compensado 1,22x2,44x15 ou 18m
Deve ser instalado acima e a partir do bandejamento primário, em balanço de 3 em 3 lajes.

Terciário, compensado 1,22x2,44x15 ou 18m
Deve ser instalado em construções com pavimento no subsolo, de 2 em 2 lajes, contados em direção ao subsolo e a partir da plataforma principal.




Compensado RESINADO 1,22x2,44x18m 7 lâminas (camadas).




domingo, 19 de setembro de 2010

Compensado RESINADO 06 a 08 Desformas







Para se obter as desformas acima citadas, ressaltamos a necessidade de se observar as normas técnicas do correto uso na obra em relação ao seu manuseio e aplicação. Já publicado neste blog em 04/02/2009



segunda-feira, 3 de agosto de 2009

MADEIRA - Versátil e ecológica

A madeira possui a menor demanda energética, consumindo 21 vezes menos energia em relação à produção de cimento.

Madeira preservada contribui para sustentabilidade da construção

Ao dar início a uma obra é preciso considerar que a escolha dos materiais deve estar orientada para a PRESERVAÇÃO e RECUPERAÇÃO do meio ambiente.
Afinal, o conceito de sustentabilidade lançou um novo olhar para a forma como a construção civil impacta a natureza. Os projetos de reforma ou construção levam cada vez mais em conta o “prazo de validade” de determinado empreendimento, bem como os custos e os recursos – inclusive naturais – que serão despendidos em sua manutenção e operação.

Dentro desse contexto, a utilização de madeira na construção sofreu mudanças nos últimos anos, em função da escassez de espécies nativas utilizadas. Esse cenário contribuiu para a difusão do reflorestamento planejado e do uso de manejo sustentável, não só para garantir a matériaprima para as obras, mas também a preservação das florestas nativas.

Dentro de um sistema construtivo adequado, a madeira preservada poder ter usos diversos, que vão de painéis e montantes a estruturas de cobertura, assoalhos, batentes, portas e janelas.
Mas o que ocorre é a baixa utilização da madeira de reflorestamento como componente para edificações. “As razões para isso são a baixa aceitação de madeira pelo usuário, devido à tradição cultural que valoriza a alvenaria, elevação dos preços da madeira e a queda da competitividade do setor moveleiro”.

Alternativa racional da madeira

Boa parte da população, especialmente os profissionais responsáveis pela execução de obras, não conhece o potencial e os benefícios que o uso da madeira tratada na construção civil pode trazer ao meio ambiente. São aspectos que vão da redução dos impactos ambientais até a exploração florestal centrada em poucos tipos de madeira como o pinus e eucalipto, provenientes de florestas cultivadas.

“O eucalipto carrega o estigma de baixa qualidade, que racha demasiadamente e que dificilmente pode ser usado como madeira serrada, e o pinus é visto como uma madeira de baixa rentabilidade, suscetível ao ataques de fungos e insetos”. As novas tecnologias empregadas no tratamento da madeira esta aumentando e muito a vida útil do produto.

Apesar dos preconceitos, que limitam o uso da madeira no País, no caso do eucalipto e do pinus, a adoção de produtos e processos de tratamentos adequados faz com que essas madeiras, mesmo quando expostas ao sol e à chuva, contem com uma durabilidade comparável a das melhores madeiras nativas tradicionalmente utilizadas”.

Importante ressaltar que a definição de produtos e processos adequados ao correto tratamento em função da condição de uso de cada peça dentro de um sistema construtivo já consta de um recente texto publicado que fará parte da futura NBR 7190 “Projetos de Estruturas de Madeiras”.

O tratamento da madeira gera um material de qualidade, que atende aos requisitos técnicos de desempenho, inclusive para fins estruturais. “Madeira é material construtivo ecológico e o único 100% renovável, além de representar alternativa eficaz para o seqüestro e armazenamento ativo do carbono responsável pelo aquecimento do planeta”.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

CHAPAS DE COMPENSADO

PARECER DO MADEIREIRO
Esse produto trata-se de uma chapa constituida de lâminas de madeira prensadas e coladas entre si. Podemos encontrar esse produto em diversos tipos, onde são diferenciados basicamente pela colagem, capa, e miolo.
São encontradas nas seguintes especificações :
Colagem : cola branca, ou cola fenólica.
Capa : virola e pinus, com ou sem tintura (normalmente na cor rosada).
UTILIZAÇÃO
Na construção civil é ultilizada na confecção de formas para concreto não aparente, tapume entre outras.
Já na indústria, normalmente usada para fins de embalagens.
Resinado cola branca:
Indicado para serviços rápidos pois a colagem é de baixa resistência.

Resinado cola fenólica:
Colagem tipo à prova d'àgua, tornando-se um material mais resistente , indicado para serviços que necessitam de reaproveitamento gerando assim um bom custo x benefício.
Resinado com ou sem tintura : a tintura ou anelina não tem nenhum efeito em relação á resistência do material, apenas e exclusivamente a coloração do produto. Normalmente disponível com tintura, na cor rosada.
O que é OSB (Oriented Stand Board)?,
Em inglês significa “Painel de tiras de madeiras orientadas”, justamente pela forma como o OSB é feito: suas tiras de madeira são 100% de pinus, orientadas em três camadas perpendiculares, o que aumenta sua resistência mecânica e rigidez. Além disso, essas tiras são unidas com resinas à prova d’agua e prensadas sobre alta temperatura.
Aplicações: O OSB tem diversas aplicações, como: em portas revestidas, barras de camas, tampos de mesas, assentos de cadeiras, estrados de camas, estruturas de estofados, painéis decorativos, além de displays, gabinetes para máquina de costura, tábuas de passar roupa, carrocerias de furgões (parte interna) e embalagens industriais. Na construção civil o OSB é usado em pisos, forros, tetos, paredes, vigas, fôrmas de concreto, tapumes, canteiros de obras, tablados, batentes de portas e portas almofadadas.
Não é recomendável usar o painel em lugares expostos à ação direta de água ou em ambientes com muita umidade.

Compensado Sarrafeado:
É formado com sarrafos de madeira, colados lado a lado e recobertos com duas lâminas de madeira torneada, dispostas transversalmente no sentido das fibras da madeira, o que impede que o painel trabalhe, ou seja, contraia ou dilate. Normalmente é produzido em prensa de alta-frequência, especial para secar a cola, e que une os sarrafos, que também são amarrados com um fio. O objetivo é travar o painel. Os sarrafos podem ser de madeira maciça – nativa e de pinus. Esse compensado não é a prova d’água.Aplicações: Em caixarias em geral e tampos.
Não é recomendável em peças de grande área livre, como portas.
Madeira compensada:
O compensado é composto de várias camadas de lâminas de madeira de pequena espessura coladas entre si por um adesivo. Cada camada ou lâmina é colocada de forma que a direção das suas fibras forme um ângulo de 90º com a da outra camada adjacente. Geralmente é composto de um número ímpar de lâminas. Ao controlar a espessura e a quantidade dessas lâminas, é possível obter painéis de diferentes espessuras. Porém, painéis de 3, 5 e 7 lâminas são os mais produzidos, cujas espessuras variam de 4 mm a 18 mm. De acordo com o local de utilização, o compensado pode ser classificado como:
Interior: compensado colado com adesivo do tipo interior, destinado à utilização em locais protegidos da ação d’água ou alta umidade relativa; - Intermediária: compensado colado com adesivo intermediário, destinado à utilização interna mas em ambiente de alta umidade relativa, podendo eventualmente receber a ação d’água;

Exterior: compensado colado com adesivo a prova d’água, destinado ao uso exterior ou em ambientes fechados onde são submetidos a repetidos umedecimentos e secagem ou ação d’água . O desconhecimento dessa classificação por parte dos usuários ou a sua não verificação no ato do recebimento dos compensados gera um dos principais problemas relatados pelos usuários, ou seja, a delaminação dos painéis. Neste aspecto é importante especificar o tipo de compensado mais adequado ao uso pretendido e verificar, pelo ensaio da resistência da colagem ao esforço de cisalhamento, a qualidade da colagem. Para os compensados de uso permanente ou para aqueles de uso temporário, porém que se pretende estender sua vida útil, e que serão empregados em usos em que a classe de risco à biodeterioração é alta, é necessário realizar o tratamento preservativo do compensado, visto que as madeiras utilizadas na sua produção são de baixa durabilidade natural.
Os compensados são normatizados pela ABNT e as normas relacionadas a seguir constituem um bom material de apoio na qualificação do produto:
NBR 9484/86 Compensado - determinação do teor de umidade;
NBR 9485/86 Compensado – determinação da massa específica;
NBR 9486/86 Compensado – determinação da absorção de água;
NBR 9488/86 Compensado – amostragem de compensado para ensaio;
NBR 9489/86 Compensado – condicionamento de corpos-de-prova de compensado
para ensaios;
NBR 9490/86 Lâmina e compensado;
NBR 9531/86 Chapas de madeira compensada;
NBR 9532/86 Chapas de madeira compensada;
NBR 9533/86 Compensado – determinação da resistência à flexão estática;
NBR 9534/86 Compensado – determinação da resistência da colagem ao esforço de cisalhamento;
NBR 9535/86 Compensado – determinação do inchamento.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

COMÉRCIO DE COMPENSADO

MADEIRA SERRADA

Aplicações:
Produção de estruturas para construção civil, embalagens em geral e pallets.
Podendo ser aplainadas em 02 ou 04 faces.

Benefícios:
Madeira seca e reflorestada.

Características:
Réguas de madeira resultantes do desdobro de toras de pinus, mediante cortelongitudinais por meio de serra.

Dicas:
As réguas devem ser empilhadas na posição horizontal, sobre base nivelada.

COMPENSADO RESINADO (tipo madeirite)

Aplicações:
Utilizada na montagem de fôrmas para concreto, tablados e barracas para festas, reformas e tapumes.

Benefícios:
Baixo custo;
Fácil manuseio.

Características:
Chapa de madeira compensada prensada com cola naval (fenólica), CRUA, ou seja, sem a aplicação de anelina vermelha (q deixa o compensado na cor rosa), ou conforme a necessidade do cliente

Dimensões:
1,10 x 2,20 e 1,22 x 2,44

COMPENSADO PLASTIFICADO
Colagem – Naval

Aplicações:
Chapa de madeira compensada, prensada com resina fenólica WBP (100% a prova d’água) e revestida com resina fenólica.

Benefícios:
Quantidade de reutilizações;
Fácil manuseio para desmoldar;
Altos índices de reaproveitamento.

Características:
Chapa de madeira compensada prensada com resina fenólica WBP (100% a prova d’água) e revestida com filme fenólico.

Dimensões:
1,10 x 2,20 e 1,22 x 2,44

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL

Documento de Origem Florestal – DOF
O Documento de Origem Florestal – DOF, instituído pela Portaria n°253 de 18 de agosto de 2006, do Ministério do Meio Ambiente - MMA, representa a licença obrigatória para o controle do transporte de produto e subproduto florestal de origem nativa, em substituição à ATPF.

O DOF acompanhará, obrigatoriamente, o produto ou subproduto florestal nativo, da origem ao destino nele consignado, por meio de transporte individual: rodoviário, aéreo, ferroviário, fluvial ou marítimo.

Para sua utilização foi disponibilizado pelo IBAMA o Sistema DOF. O acesso ao Serviço / DOF será feito pela pessoa física ou jurídica cadastrada em pelo menos uma das atividades indicadas no quadro abaixo e em situação regular junto ao IBAMA, verificada por meio do Certificado de Regularidade.

Para efeito da Instrução Normativa nº 112/06, entende-se por Produto florestal, aquele que se encontra no seu estado bruto ou in natura, na forma abaixo:

madeira em toras; toretes; postes não imunizados; escoramentos; palanques roliços; dormentes nas fases de extração/fornecimento; estacas e moirões; achas e lascas; pranchões desdobrados com motosserra; bloco ou filé, tora em formato poligonal, obtida a partir da retirada de costaneiras; lenha; palmito; xaxim; e óleos essenciais.

Subproduto florestal: aquele que passou por processo de beneficiamento na forma relacionada:

madeira serrada sob qualquer forma, laminada, compensado e faqueada; resíduos da indústria madeireira (aparas, costaneiras, cavacos e demais restos de beneficiamento e de industrialização de madeira) quando destinados para fabricação de carvão; dormentes e postes na fase de saída da indústria; carvão de resíduos da indústria madeireira; carvão vegetal nativo empacotado, na fase posterior à exploração e produção; xaxim e seus artefatos na fase de saída da indústria.

A partir de agora, no site do Ibama, qualquer cidadão pode ter acesso ao que acontece com a madeira. O balanço do consumo de madeira para o ano de 2007 de origem nativa em todo o País foi finalizado e as informações estão disponíveis no site do Ibama.
Com a implantação do Documento de Origem Florestal, o Ibama passou a conhecer todo o fluxo de madeira, carvão e lenha de origem nativa em todo o País.

Além dos dados de madeira serrada, o Ibama está divulgando os dados de madeira em tora (1.297.196,00 metros cúbicos), lenha (1.122.383,00 estéreos) e carvão vegetal (9.953.433,00 MDC) transportados com o DOF.

É possível verificar, por exemplo, que o Estado de São Paulo recebeu cerca de 1,5 milhão de metros cúbicos de madeira serrada do universo de 7,6 milhões transportados em 2007. Somente a capital recebeu quase 230 mil metros cúbicos, sem considerar os Municípios da Grande São Paulo. São análises que podem ser feitas por Município. Com os mesmos dados o Ibama realiza análises por comprador e vendedor da madeira. “É o Raio X do setor florestal”, comenta Antônio Carlos Hummel, diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama.

Com a implantação do Documento de Origem Florestal-DOF, o Ibama passou a conhecer todo o fluxo de madeira, carvão e lenha de origem nativa em todo o País. Segundo José Humberto, coordenador Geral de Autorização do Uso da Flora e Florestas do Ibama, “só falta a integração total com alguns estados que possuem sistema próprio para que a sociedade tenha total transparência em relação às informações sobre o que acontece com os produtos que saem da nossa floresta”.

Os dados não contemplam o volume de produtos florestais transportados internamente nos Estados de Mato Grosso e Maranhão, e também para os Estados de Rondônia e Pará a partir de 2007.

Para esses Estados constam apenas os dados da movimentação interestadual. Não constam ainda os volumes autorizados pelos Estados do Ceará e Minas Gerais. Para o Estado da Bahia constam apenas as movimentações a partir de dezembro de 2007.

Os demais Estados funcionam com o DOF desde setembro de 2006 e constam a movimentação completa.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Compensado Plastificado - filme 120 gr - 2 etapas.

1. Preparação da chapa base a ser placada com filme 120 gr.

a) Lâminas 100 % de pinus.
b) Gramatura utilizada de 340 gr conforme Normas Técnicas.
c) Prensadas a temperatura entre 130 a 135 graus.
d) Unidas com cola fenólica com no mínimo 35 % de sólidos.

2. Garantia de uso entre 12 a 16 vezes somando as 2 faces, desde que observado o correto uso na obra em relação ao seu manuseio e aplicação.

3. Quantidade de lâminas em relação a composição da chapa

e) 12mm – 5 camadas
f) 14mm – 5 ou 7 camadas
g) 15mm – 5 ou 7 camadas
h) 17mm – 9 ou 11 camadas
i) 18mm – 9 ou 11 camadas

4. Tamanhos produzidos

j) 1,10 x 2,20 e 1,22 x 2,44 mm